E ainda chamam os conquistadores de covardes. Não vejo como. Quando meia dúzia de caipiras, armados com pau-de-fogo, dominam um continente inteiro, não são eles os covardes.
"Eles foram ajudados pelas doenças! Fomos dizimados!"
Pois é, até nas doenças a Europa sempre foi mais evoluída que a gente.
E sempre que aparecem uns tontos me pedindo indenização histórica, penso em pagar com aquilo que lhes é historicamente mais caro: um pacote de fumo e alguns espelhinhos.
Dívida... e digo à mesa do bar que lhes demos civilização, e em vez de nos retribuírem com Mozarts, Einsteins, Michelangelos, nos deram apenas Belafonte, Juruna, Basquiat e nomes outros talvez ainda mais ridículos. Quem está em dívida com quem?
É quando querem me bater. O Brasil não está preparado pra esse tipo de humor maléfico. A menos que apareça na televisão, aí todo mundo percebe que é brincadeira -- sobretudo se for no horário eleitoral, que por alguma razão só candidato leva a sério.
Posted by mozart at April 18, 2005 1:13 PMBe welcome.
Falar em sazonal, houve monções aqui no Rio. Sério. Domingo, parecia o filme do Forrest Gump, parecia colapso da função de onda. A chuva ligava e desligava. Seqüências de 0 e 1.
Ou Tudo, ou Nada, já dançava o marido da duquesa da cornualha, o príncipe corneador. Colin Powell nunca viu nada igual.
Posted by: mozart at April 20, 2005 2:05 AMMestre Johan Sebastian,
O seu texto tão cortez desembarcou no Copy & Paste.
obrigado,