"Arte não tem valor de troca", blasfemavam alguns capiolas na universidade. "A arte pela arte", bradavam outros. A meu ver, toda arte que não é por dinheiro deveria ser por dor-de-barriga. Se é tão ruim, que nem sua mãe vai comprar, devia ser pago em purgantes. E o artiste, forçado por lei a tomar.
"Tomou?", perguntou o elefante à vaquinha.
Posted by mozart at June 7, 2005 11:29 AMOu paga em cocô, que é moeda mais corrente.
Posted by: Rafael Lima at June 8, 2005 8:36 AMEste post é ligeira e controversa contribuição ao post sobre literatura A-M-C -- que jamais sairá, mas isso é outra história.
Posted by: mozart at June 7, 2005 2:19 PM