Escuto discussões, utopias sobre fortalecimento de partidos. Gente professando isto e aquilo, voto distrital, verticalização, decúbito dorsal, ventral, lateral... Menas, meu povo, menas. Há soluções simples, tão justas e limpinhas quanto se poderia desejar. Zemplo:
(i) Mantém-se o esquema de eleições proporcionais, mas com uma diferença. Suponha que haja 30 togas: se o eleito não estiver entre os 30 mais votados, a toga é do partido; mas se estiver, pode trocar de modelito a qualquer hora -- talvez cantando I'm too sexy for your party, Too sexy for your party, And I do my little turn on the catwalk...
(ii) O eleitorado decide o quanto de fidelidade é necessário. Se 90% votar em candidato, e só 10% em siglas, então 90% das togas irão para os mais votados, e o restante distribuído segundo a votação nas siglas. Partidos com nomes fortes elegem mais nomes; com figla forte, ainda elegem seus figla.
A solução (i) enrijece a direção dos partidos. A (ii), os candidatos dentro dessa direção (ui) -- pois o pôvu assim prefere, e quem sou eu pra discutir? Etc etc. Clareza, simplicidade, uma faixa preta no oitavo mandato, coisas que se aceite como razoáveis.
Posted by mozart at June 23, 2005 10:16 AMEu só quero que parem de discutir essas idiotices na minha frente, propondo idéias de mil novecentos e charuto como quem descobriu a roda. Sei que estou pedindo muito.
Já o problema das minas angolanas é que elas mutilam "mas não matam". É um bom começo, mas se é pra ser assim, acho que no final devia chegar o assessor negão e comer todo mundo.
Posted by: mozart at June 23, 2005 10:44 AMsou a favor dq sejam colocadas minas angolanas embaixo de 60% das cadeiras do Congresso.
aqueles que saírem ilesos terão autoridade moral para continuarem na carreira política.
na política, às vezes, há de se contar com a sorte.