August 14, 2005

Introdução ao Pan-Sexualismo na obra do Grande Encontro


Na bruma leve das paixões que vêm de dentro
Tu vens chegando pra brincar no meu quintal
No teu cavalo peito nu cabelo ao vento
E o sol quarando nossas roupas no varal
[Tu vens, tu vens, eu já escuto os teus sinais...]



Mistérios da meia-noite que voam longe
Que você nunca, não sabe nunca,
Se vão, se ficam, quem vai, quem foi.
Império de um lobisomem que fosse um homem
E uma menina tão desgarrada, desamparada, seu professor...



Da manga rosa quero o gosto e o sumo / Melão maduro, sapoti, joá
Jabuticaba, teu olhar noturno / Beijo travesso de umbu-cajá
Pele macia, ai, carne de caju / Saliva doce, doce mel, mel de uruçu
Linda morena, fruta de vez temporana, Caldo de cana-caiana, vem me desfrutar
Linda morena, fruta de vez temporana, Caldo de cana-caiana, vou te desfrutar
Morena tropicana, eu quero teu sabor, Ai, ai, ai, ai...



Ê, vida de gado!
Povo marcado, povo feliz!

Posted by mozart at August 14, 2005 1:54 AM
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Há um brilho de faca
Onde o amor vier
E ninguém tem o mapa da alma da mulher
Ninguém sai com o coração
Sem sangrar, ao tentar revê-la
Um ser maravilhoso entre a serpente e a estrela.


Alas, não sei qual é a melhor:

http://www.facom.ufba.br/pexsites/musicanordestina/images/capas/ramalho1.jpg

ou

http://www.spi-london.com/catalog/images/Ze%20Ramalho%20-%20nacao%20noderstina.jpg


Esta última também foi capa de The Silence of the lumbers, da editora das quatro patas no chão.

E por hoje chega de Maçonaria.

Posted by: Merc at August 14, 2005 2:50 AM
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