a Radamanto, por razões que ficarão óbvias mais tarde
É difícil compreender por que os alemães deixaram de se dedicar à Filosofia para construir carros -- e com tanto sucesso. Mas qualquer que seja a explicação, uma coisa é certa: não sabem nem nunca fizeram idéia de como se jogar futebol.
Ainda assim, títulos. E se na última Copa, com a equipe mais fraca em mil anos, conseguiram o vice, puseram bola na trave, que dirá em casa, e com auxílio de um teto malévolo, pronto a enlamear partes selecionadas do campo?
É para se ficar atento. E peço, por isso, que atentem às fotos do Chanceler Gerhard Schröder, logo abaixo, e tirem suas próprias conclusões iguais à minha:

E desde que o canela-dura do príncipe William assumiu a presidência da Federação Inglesa de Futebol, não me preocupo mais com o pessoal que fala engraçado. Se ainda fosse o Harry, pra inventar algum esquema louco, talvez até envolvendo bola rasteira, vá lá...
De qualquer modo, a transferência da realeza dos tablóides para os gramados promete ser a grande revolução teórica do século XXI, e desde já reivindico o trono da CBF.
E peço que me ajudem, meu povo. Minha primeira medida será tirar o analfabeto do Planalto, oferecendo-lhe algum cargo decorativo qualquer, algo assim como coordenador técnico. Torçam por mim. Chorem por mim. Morram por mim. Só não atrapalhem o trânsito.

Quem sou eu, Gerhard Schröder? E quem é você?