Provamos num post anterior a impossibilidade do vácuo perfeito. Mas pelas sobrancelhas da Gioconda: se morte é por definição o vazio de vida, e este se demonstrou impossível, decorre logicamente a imortalidade da alma.
Hmm, e em particular da alma de Kant; mas ainda que o canalha me refutasse, estaria caindo em contradição...
Sobrevivendo às bengaladas e antinomias do véio, provaremos em breve a imortalidade das taxas de juro e do samba-canção.
Posted by mozart at September 27, 2006 3:00 AM