Apresenta o RG. Vota. Agradece. Os cochichos:
- Mas tava diferente na foto, hein?
- É que tá mais velho...
- Como mais velho? Aqui diz que ele tem vinte anos. E ele não é louro!
- Deve ser irmão.
Pois ero. Eta vida besta, meu Deus.
1 - Existe uma realidade exterior?
2 - Ela vem com nota fiscal?
3 - Existem tecidos sintéticos a priori?
4 - Se política é cangaço, por que no debate não tinha viola nem cordel?
5 - Apenas 1 parte em 4000 da Terra é água. Se Thales não é o pai da filosofia, seria pelo menos o tio do PV?
6 - De onde veio o dinheiro tem mais?
7 -
"Ghosts, Vampires and Zombies: Cinema Fiction vs Physics Reality"
by Costas J. Efthimiou & Sohang Gandhi
Abstract: We examine certain features of popular myths regarding ghosts, vampires and zombies as they appear in film and folklore. We use physics to illuminate inconsistencies associated with these myths and to give practical explanation to certain aspects...
1.1: Sudden Colds
Table 1: Vampire and human population at the beginning of each month during a 29 month period.
"Fogo" ou "ataca" por exemplo.
"Pode deixar que não vai doer".
Easy peasy, my jolly good fellow. Essa eu aprendi ainda no ginásio: tudo se resolve acrescentando um camelo.
Ou com, vai saber... segundo a dicionarista Rita Lee "gay é sexo, emo é amizade".
Mas como há muito material pra bater - e tem sempre o perigo deles gostarem -, fica apenas uma sugestão de visú pra versão nacional, uia. Dir-se-ia que retrô:

Uma das características vitais da américa latina é seu atraso. Samos muito atrasados.
E era de esperar que, pela defasagem, fôssemos ao menos capazes de aprender com alguns dos erros alheios. Que evitássemos certas armadilhas.
Não é o caso: na verdade somos é muito burros; e por isso essencialmente atrasados. Caímos nas mesmas arapucas, e até de modo mais grosseiro.
Os sábios concordam entre si que vivamos num simulacro da Realidade - e eles têm experiência nisso. Mas pra mim é caso de antropologia mesmo. É o grande negócio do nosso futuro, a arqueologia humana. Um país se faz com pedras e filhos.
Ministro da Saúde: Paulo Cintura
Ministro da Defesa: Júnior Baiano
Ministério das Relações Exteriores: Jane Mary Corner
Jogava mais que o Edinho. A filha que o Ratinho nunca teve!
(...)
. . .
(...)
- Eu não voto aqui.
- Ah... você vota em Minas?
- Não, voto ali no Clube Central.
"Ela era uma Madonna com classe."
. E disso aí, só uns dois ou três por cento dá de reciclar. Ainda assim, os grandes brasileiros que o Rio de Janeiro já produziu:
- Ruy Barbosa
- Santos Dumont
- Gentileza
- João Saldanha
- Grande Otelo
Dep. Fed., RJ, 2006: 92% dos votos para nomes, 08% para siglas.
Dep. Est., RJ, 2006: 88% dos votos para nomes, 12% para siglas.
Vereador, rj, 2004: 87% dos votos para nomes, 13% para siglas.
Dá pra se esperar alguma outra coisa de comunista?
Bem, talvez GURPS. Mas é melhor nem pensar nisso...
42, claro, mas já foi mais fácil.
Ah, a feitiçaria. Bons tempos em que tudo de resolvia num estalar de dedos, num passe de mágica. Já que o karma e o poder de chi se foram, pelo menos a forca e a guilhotina poderiam voltar.
Às vezes eu penso no triste fim de Policarpa Bolena. Se a mão de Ana Bolena contasse apenas 5 dedos, toda a história da Europa teria de ser reescrita. Ou pelo menos certas séries infanto-juvenis contemporâneas.
Mas a verdade é que ela nunca chegou a feiticeira. Foi apenas uma ex-mulher. E bruxa é o que não falta até hoje por aí. Vejam a Heloísa Helena por exemplo...
Direis que HH ressuscitou o Collor. Talvez, mas se trata de uma forma muito baixa de vida. É quase como reanimar um sapo congelado pelo inverno: não dá pra considerar.
A surpreendente virada de Dornelles contra Jandira tem explicação fácil e científica. Seu número era 111; o dela, 651.
Todo mundo conhece a história de que índio brasileiro só sabia contar até dois. Mas ainda pedem pras gentes que decorem três números diferentes, um deles maior que a mão. O pessoal melhorou, é vero, mas também não era pra se empolgar.
Voltando a um tópico de semana retrasada: Minha Vida de Cachorro é um destes casos em que o filme é superior ao livro. Só não sei se o álbum ilustrado é ainda melhor... No caso de Star Wars, o referido é verdade e dou fé.
Fui numa ontem. Tinha cerveja brahma e picanha na brasa. E telão, pena que já terminara a Fórmula 1, só transmitiam os votos.
Lamentavelmente, o povo compareceu na forma de cabos eleitorais, e tive de me retrair para o bat-local. O povo é muito chato, estraga até churrasco. Não acredita em deuses sem preposição. E agora tira fotografias com celulares de terceira linha.
Quem vota se transforma em número após a morte.
E geralmente isso ocorre durante a vida também.